segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
wath...
Cuide bem do que se é dito, ousado e realizado.
Corre por ai, entre as vielas da vida, o temido vento.
Que tudo carrega, tudo semeia e devora.
No calar da noite, num beco escuro, o mais baixo sussurro...
Pode nas mais ímpias platéias, virar discurso, enérgico e febriu.
Shadow Puppets.
Texto feito a cunho de um mortal encarnado, canalizando energias de outras tres entidades, em especial o Xamã, que agradeço o presente de seu saber.
domingo, 9 de janeiro de 2011
cadiac
Mesmo sabendo que não estou preparado.
Sinto em mim, estagnação.
Meus textos, não contem minh'alma;
Não estão sujos de meu suor;
Tão pouco, possuem o cheiro de meu sangue.
Minhas palavras andam vazias, perdidas no vácuo da perdição,
Jogadas em alguma viela qualquer, na qual não consigo mais me esconder.
Meus minusculos olhos se inflam de lagrimas, ao saber que o tempo é curto...
E que mais curto ainda é nosso conceito de tempo, tão vagaroso ao ser descrito.
Uso de um meio oculto, tão simplorio em outras planicies.
Pois no anseio de teu encontro, eu me encontro.
Almejo encontrar-nos, embalados por alcoolismo febril
Por bitucasde cigarros tóxicos.
Pois nesse balançar e alquimia nuclear, iremos brindar.
Brindar ao fim da carne, ao inicio do cosmos.
Transportando a mim, para onde estais agora, no infinito espaço mágico do amor.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Jamel!
Do néctar dos Deuses eu não sei.
Mas dos homens, eu bem conheço.
O álcool.
Do ato simplório de beber,
Proporciona-nos infinitas possibilidades:
A alegria espontânea;
A coragem momentânea;
O infame ato, tanto almejado,
Alcançado em momento tão desigual.
Aos poetas:
Ah sim, o verdadeiro néctar dos homens.
Libertador da alma, que nos chamem de bêbados.
De vagabundos e imundos.
Mas nossas amarras, não resistem, ao liquido libertador.
Expandindo nosso universo ao infinito.
Infinito este, tão bem descrito por nós, em tal estado.
Minha’lma, se alegra, ao saber que em suas veias,
Escorrerão o libertar em forma de bebida.
Só de pensar, minhas entranhas, cogitam poemas,e pensares.
E que o mundo me critique, mas de minhas palavras sóbrias, ele nunca soube.
Mas de minhas embriagadas cantadas, ah, dessas ele bem conhece.
E como conhece, das admiradoras e paixões que tive, foi graças ao néctar humano.
E que não tentem me acorrentar ao laço negro do casamento, pois da libertinagem, liberdade e inspiração, eu nunca me separarei.
Estarei sempre a mercê, da paixão alcoólica do verdadeiro amor:
O intelecto Gaiano!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Desabafar é sempre bom, ou não!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Human vs Earth.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
old!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
limitadamente limitado!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
nonsense II
Ontem eu tive um sonho:
Sonhei que macacos voavam;
Que bananeiras tinham asas,
E que as fêmeas, eram sedentas por sexo.
Mas ao acordar quase chorei,
E minhas lagrimas foram de profunda tristeza,
Pois as arvores não falam, não andam, apenas escutam.
Desejei que esse fundo fosse um pesadelo, e que meu sonho, fosse o real.
Pois de profunda tristeza minha alma agora vive, sabendo de tal maldade
Que a mãe terra é capaz.
Deixando imóveis, caladas, surdas e tristonhas, as arvores da vida.